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"Fifa 12" quer ser o game de futebol mais próximo do esporte real e, para conseguir evoluir, algumas mudanças grandes foram feitas na nova versão do game. Ao lado de uma Inteligência Artificial que faz com que a defesa possa agir melhor em situações críticas e de um sistema de colisão entre os atletas que consegue definir quem perde a bola e quem sai lesionado baseado em peso, altura do atleta e velocidade do impacto, a primeira mudança que os "fifeiros" sentirão é para roubar a bola do adversário. Embora a versão que o G1 teve acesso não seja a final, ou seja, que estará nas lojas, já foi possível ver algumas mudanças do título da Electronic Arts que chega ao Brasil no dia 29 de setembro.

Até "Fifa 11", o padrão era pressionar e segurar um botão, no caso o de passe, enquanto defende para que o jogador corra para cima do adversário e insistentemente e automaticamente tentasse roubar a bola. Agora, ao pressionar este botão, o jogador apenas fica em uma distância do rival, marcando a zona e evitando que a bola passe por ele. Para roubar a bola (sem carrinho), é necessário pressionar o botão de chute enquanto se defende. Com isso, o atleta virtual irá esticar a perna no intuito de tirar a bola do ataque adversário. Embora seja uma grande mudança, ela faz que com se pense mais na estratégia de defesa e aumenta o trabalho para restabelecer a posse da redonda. Para quem está com a bola, permite manter a posse com mais segurança, criando o ritmo de jogo desejado, podendo até fazer cera.

A mudança, embora seja bem-vinda, pode afastar o jogador mais casual, que se divertia e conseguia roubar a bola facilmente em partidas entre dois jogadores. Ter um botão a mais para pressionar para roubar a bola pode confundir até jogadores mais experientes em suas primeiras tentativas em "Fifa 12". A física do jogo, renovada para a nova edição, faz com que as partidas, tal qual no futebol real, tenham ajuda do acaso. A bola de modo algum fica grudada nos pés dos jogadores, que agora, ao girarem para outra direção em uma corrida, podem se atrapalhar e deixar a bola para trás. Obviamente, isso acontece com atletas com baixo atributo de domínio de bola ou drible.

Com o time mais inteligente, as jogadas saem facilmente. A defesa, dentro da qualidade de cada time, consegue cumprir o seu papel de fechar os espaços, evitando gols fáceis demais, que deixam o adversário na cara do goleiro. No ataque, os atletas que não estão no controle do gamer parecem pensar e se desmarcam e encontram a melhor posição para receber a bola e fazer um passe rápido. Mesmo com uma marcação apertada, jogadores fortes conseguem manter a bola e evitar que o adversário a roube, o que permite continuar a jogada e até chutar para o gol. A improbabilidade volta a dar as caras neste momento: marcado, é mais difícil que o jogador consiga chutar (ou passar) a bola com precisão. Para dar um chute certeiro, o domínio é essencial.

O tempo de movimentação dos atletas recebeu um leve ajuste para fazer com que os dribles saiam dentro do tempo certo. Em "Fifa 11", por exemplo, era necessário calcular o quanto tempo antes era necessário fazer o movimento do drible no joystick para que o atleta virtual o fizesse na tela. Na nova edição, dependendo da habilidade do jogador, ela acontece rapidamente, abrindo um leque de possibilidades para enfrentar os adversários. A física de impacto mostra com mais detalhes como o atleta pode se machucar em uma falta. O sistema leva em conta praticamente tudo para decidir se o jogador se machucou e o quanto ele se machucou: peso e altura do jogador, velocidade do carrinho do adversário, local do impacto, nível de cansaço, entre outros.

Com estes novos recursos, a velocidade do jogo foi reduzida. O que por um lado faz alguns fãs torcerem o nariz, por outro abre mais o gramado (que, segundo a EA, está um pouco maior) para explorar mais espaços, ver por onde a jogada pode se desenvolver e dá mais instantes em que é possível pensar no que fazer.

Embora possa correr riscos ao mudar elementos básicos da série, ou de qualquer outro jogo de futebol, "Fifa 12" tenta agradar ao fã que pede por mais realismo no esporte dentro dos games. Contudo, as novidades não parecem ser suficientes para tentar atrair o público da franquia concorrente "Pro Evolution Soccer", que aposta na diversão em vez da simulação.

Fonte: G1
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